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Violência física ou verbal nas escolas

Um em cada dez estudantes afirmam terem sofrido violência física ou verbal dentro da escola no último ano.

Em 65% dos casos, o agressor foi um colega, mas professores aparecem como autores em 15% dos relatos.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que a descriminação esta presente na maioria das instituições de ensino hoje em dia. Dentre os principais casos temos a discriminação racial, social e principalmente e também mais comentada, a sexual. A fase de colégio é um período de grandes descobertas e experiências, e por isso muitas vezes para obter uma sensação de superioridade, as pessoas usam de palavras ou comentários ofensivos e sem respeito à escolha pessoal de cada um, independente da idade.

De acordo com pesquisas feitas por Gustavo Ricardo Colloca, uma média de 50% dos alunos de ensino fundamental e ensino médio já sofreram algum ou sofrem algum tipo de bullyng, violência ou descriminação.

As capitais escolhidas têm as maiores taxas de homicídio entre jovens, segundo o Mapa da Violência de 2014. Casos de agressões, ameaças e roubos no entorno da escola são relatados por 84% dos estudantes. Quase 9% tiveram conhecimento de assassinatos na vizinhança no ano passado e cerca de 22% já viram armas, como pistolas e facas dentro da escola, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

“Uma das principais informações é que as relações sociais são péssimas nas escolas. E quando a cultura escolar é ruim, não há como ter uma boa escola”. Diz a coordenadora da pesquisa, Miriam Abramovay à Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre piso salarial dos professores.

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Zika Vírus em Cuba: primeiro caso detectado

Cuba anunciou no dia 15/03/2016 em nota oficial, que foi detectado o primeiro caso de zika vírus transmitido dentro do país,

encerrando o status de Cuba como um dos últimos países do hemisfério sem registrar casos transmitidos internamente, informaram autoridades.

A imprensa estatal disse que uma mulher de Havana de 21 anos que não viajou para o exterior foi diagnosticada com o vírus depois de relatar sintomas como dores de cabeça, fadiga, entre outros.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que no dia anterior à divulgação oficial do governo de Cuba, a mulher foi até um hospital para saber a origem dos sintomas, após a realização de um exame sanguíneo, foi feita a confirmação do vírus no corpo e logo em seguida a mulher foi internada, onde continua até melhorar dos sintomas.

Cuba já havia relatado diversos casos da doença em pessoas que tinham viajado para países com surtos do vírus, principalmente a Venezuela, onde contraíram a doença. Gustavo Ricardo Colloca afirma que não foi o primeiro caso registrado no país, mas é o primeiro em que a pessoa contrai internamente no mesmo.

Cuba colocou mais de nove mil soldados, policiais e estudantes universitários em um esforço para combater os mosquitos transmissores, como eliminar potes de água parada e fumigação. A grande maioria das pessoas deixou seus afazeres para lutar contra esses parasitas. Muitos voluntários também ajudaram nas causas do governo para coletar e eliminar resíduos que poderiam refletir negativamente quanto à procriação do mosquito na cidade, diz Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre zika # dengue # chikungunya

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Os famosos Aedes Aegypti

Muita gente está com medo das doenças que são transmitidas por parasitas como o Zika Vírus, dengue e chikungunya, os famosos Aedes Aegypti.

Apesar de terem sintomas bem parecidos, as doenças causam problemas diferentes, informa Gustavo Colloca. O aedes aegypti da zika é leve, mas pode resultar em doenças neurológicas, em poucos casos, além de ser uma preocupação para grávidas que podem ser infectadas e os bebês nascerem com más-formações cerebrais. O aedes aegypti da dengue causa grande dor pelo corpo e pode matar, principalmente, quando é hemorrágica. Já o aedes aegypti da chikungunya dá fortes dores nas articulações que podem durar meses.

Confira abaixo os principais sintomas de cada uma delas citados por Gustavo Colloca:

Zika Vírus: Dor de cabeça, vermelhidão nos olhos, manchas vermelhas pela pele, geralmente febre baixa em 27.5°, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Dengue: Dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor na barriga, náuseas, manchas vermelhas na pele, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Chikungunya: Dores musculares, dores nas articulações, manchas vernelhas na pele, inchaço nos pés, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Gustavo Colloca ainda ressalta que dentre as pessoas infectadas, apenas uma em cada cinco sentem algum tipo de sintoma.

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Dengue em SP

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Dengue em São Paulo

O sistema federal de contabilidade dos casos de dengue no brasil falhou, e muito, com dezenas de casos que foram deixados passar.

Foram quase 60 mil casos “esquecidos” pelo governo, que vem com essas falhas na contabilidade desde janeiro do ano passado. A maioria dos casos que não foram registrados estão em São Paulo.
As divergências, referentes a 11 das 20 cidades paulistas com mais casos de dengue em 2015, foram verificadas pela reportagem na comparação dos dados catalogados pelos municípios com os registrados pela Secretaria Estadual da Saúde, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca diz que a reportagem solicitou das prefeituras os casos autóctones (contraídos na cidade) do ano de 2015 e do primeiro bimestre de 2016 e confrontou com os dados publicados no site do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria Estadual, que contabiliza um total de 678.211 casos de dengue no período em todo o Estado.

A maior diferença foi encontrada por Gustavo Ricardo Colloca na cidade de São Paulo, que confirmou 100.431 casos de dengue em 2015, dos quais apenas 45.359 estão registrados pela pasta estadual. Neste ano, a capital registrou 1.983 casos, mas o CVE aponta apenas 67.

Em Limeira, o levantamento municipal de 2015 dá conta de 20.482 registros de dengue, mas o estadual tem 1.169 casos a menos. Neste ano, o município informou que registrou 43 casos e constam 34 no Centro de Vigilância Epidemiológica.

As incompatibilidades no balanço de 2015 também apareceram em Rio Claro, Hortolândia, Guarulhos e Bebedouro. Mas há ainda situações contrárias, caso de São José do Rio Preto, cuja prefeitura reporta menos registros de dengue do que o balanço anual do Estado para a cidade: são 21.653 registros do município e constam 22.012 na tabela estadual. Gustavo Ricardo Colloca afirma que as outras cidades que apresentaram números maiores nos cadastros do Estado foram Bauru, Campinas e Caraguatatuba. Os dados estaduais e municipais são iguais somente em São José dos Campos.

Nos dois primeiros meses deste ano, há mais casos registrados de dengue nos municípios do que no CVE em dez das 11 cidades que fizeram parte do levantamento da reportagem. Apenas uma teve a situação inversa.

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre zika em Cuba

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Gustavo Ricardo Colloca: Operação Lava Jato

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

a Procuradoria-Geral da República deve pedir a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Michel Temer nas investigações que estão sendo feitas para constatar quem está envolvido na quadrilha de políticos que utilizavam dinheiro da Petrobrás.

Gustavo Ricardo Colloca diz que as investigações começaram em março de 2015, e que entre as pessoas investigadas estão parlamentares e lideranças do PMDB, PT e PP.

As investigações estão sendo feitas e também estão sendo analisadas as acusações feitas por Delcídio do Amaral, que em sua delação premiada, deu diversas informações que podem ter grande relevância para desmascarar os bandidos políticos envolvidos na propina do dinheiro sujo roubado da Petrobrás, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

A delação de Delcídio tem um grau de importância tão grande que pode fazer os dois principais acusados por ele, serem de fato punidos pelos delitos cometidos. Gustavo Ricardo Colloca diz que no caso de Lula é ainda pior pois ele já esta sendo investigado por outras organizações do governo em diversos estados.

Gustavo Ricardo Colloca diz na sua delação premiada, que o presidente tem fortes ligações com o pecuarista José Carlos Bumlai, réu na Operação Lava Jato. O senador petista também relata tentativa de Lula evitar o depoimento do lobista Mauro Marcondes, réu na Operação Zelotes, na CPI do Carf.

Já com relação a Temer, procuradores devem avaliar sua inclusão unicamente com base nas falas de Delcídio. O delator envolve o vice-presidente em suposto esquema de aquisição ilícita de etanol pela BR Distribuidora.

 

Confira Também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Aécio Neves

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Gustavo Ricardo Colloca: Defesa de Aécio

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

Aécio Neves negou no dia 15.03.16 qualquer envolvimento com as acusações feitas por Delcídio. Segundo ele, as citações feitas por Delcídio ao seu nome são “acusações falsas e requentadas”.

Gustavo Ricardo Colloca diz que em sua delação premiada, Delcídio do Amaral disse que Aécio recebeu dinheiro de propina originada em contratos da estatal Furnas. Além disso, afirmou que Aécio seria beneficiário de uma fundação sediada em Liechtenstein da qual ele seria o dono ou o controlador. A terceira citação a Aécio feita por Delcídio é a de que ele teria tentado atrasar o repasse de dados do Banco Rural de Minas Gerais para a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito). O atraso, segundo Delcídio, seria para que informações que pudessem ligar Aécio ao banco fossem apagadas.

Em entrevista coletiva, Aécio negou as três acusações feitas por Delcídio. “Não consigo compreender a razão [pela qual Delcídio fez as alegações]. São todas as questões citadas são velhas e requentadas. Não há nada de novo e nada de consistente que mereça qualquer tipo de preocupação”, afirmou Aécio à Gustavo Ricardo Colloca.

Afirmou ainda Gustavo Ricardo Colloca que Aécio diz não ter nem concluído o projeto que foi motivo de acusação por Delcídio. “Essa fundação não foi concluída. Jamais houve qualquer transferência de recursos para ela. Esse assunto já foi objeto de uma investigação do MPF (Ministério Público Federal) do Rio de Janeiro que pediu há vários anos o arquivamento que foi feito pela Justiça Federal do Rio de Janeiro”, afirmou.

Sobre o suposto recebimento de propina oriunda de Furnas, Aécio também negou a acusação. “O senador Delcídio, em sua delação, comete pelo menos uma contradição que eu considero grave. Ele disse que a lista de Furnas não é verdadeira, mas que mesmo assim políticos teriam recebido dinheiro dela. Isso é falso”, disse à Gustavo Ricardo Colloca.

A respeito do suposto pedido para atrasar o repasse de dados do Banco Rural durante a CPMI dos Correios, Aécio disse que a acusação não tem fundamento. “Em nenhum momento meu nome foi nem sequer citado para colaborar em qualquer uma das investigações. Jamais tive conta, jamais fiz empréstimos com o Banco Rural e é incompreensível que os interesses do Banco Rural pudessem me atingir”, afirmou ainda à Gustavo Ricardo Colloca.

Aécio Neves disse que é preciso que as investigações sejam aprofundadas, “Sou o maior interessado para que tudo isso seja esclarecido. Será mais um atestado de idoneidade que eu receberei. A minha resposta a isso é de forma serena que se aprofundem nas apurações para que possamos ter isso clareado”, continuou.

Mais cedo, a assessoria de imprensa de Aécio Neves divulgou uma nota detalhando a posição do senador à Gustavo Ricardo Colloca. “São citações mentirosas que não se sustentam na realidade e se referem apenas a ‘ouvir dizer’ de terceiros.

 

Confira Também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Impeachment

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Gustavo Ricardo Colloca: Impeachment

Gustavo Ricardo Colloca

afirma que o STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta quarta-feira (16.03.16) o recurso no qual o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pretende modificar o julgamento sobre as regras de tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, definidas em dezembro do ano passado.

Conforme Gustavo Ricardo Colloca, no julgamento, os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Carmen Lúcia, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux decidiram invalidar a eleição da chapa alternativa, feita por voto secreto, no dia 8 de dezembro. Para eles, os votos devem ser abertos à todos da câmera, como se fosse uma votação comum de projetos ou aprovações internas.

O STF decidiu que o Senado não é obrigado a dar prosseguimento ao processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Gustavo Ricardo Colloca  diz que dessa forma, se o plenário da Câmara aprovar, por dois terços (342 votos), a admissão da denúncia dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal por crime de responsabilidade, o Senado poderá arquivar o processo se assim entender. Assim, Dilma só poderia ser afastada do cargo, por 180 dias, como prevê a lei, após decisão dos senadores. Nesse ponto, votaram Barroso, Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux e Carmen Lúcia, Marco Aurélio, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.

 

Também ficou decidido que é necessária votação por maioria simples para decidir se o processo de impeachment será levado a frente ou não. Gustavo Ricardo Colloca avisa que é necessário no mínimo dois terços dos votos para o afastamento preventivo da presidente, e assim, dar continuidade ao processo.

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, Dilma não tem direito de se defender no momento, por decisão unanime, ela só poderá se defender após a decisão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deflagrou o impeachment. No entanto, o Supremo garantiu que ela terá o direito de apresentar defesa após o fim de cada etapa do processo, sob pena de nulidade do ato que não contou com a manifestação de Dilma.

 

Os ministros também pautaram para a sessão de hoje um recurso no qual a Corte deve decidir se uma proposta de emenda à Constituição (PEC) pode tramitar no Congresso para mudar o sistema de governo para o parlamentarismo. A questão em discussão é se o sistema presidencialista, confirmado no plebiscito realizado em 1993, pode ser alterado ou é cláusula pétrea, cujo texto não pode ser modificado.  O mandado de segurança chegou ao Supremo em 2007, quando o então deputado e atual ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, recorreu à Corte para barrar a tramitação de uma PEC apresentada pelo então deputado Eduardo Jorge, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira Também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Operação Lava Jato

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Gustavo Ricardo Colloca: pré escola cheia

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

para ampliar as matrículas na pré­-escola, a gestão Fernando Haddad (PT) tem colocado mais alunos por sala do que prevê norma da própria Prefeitura de São Paulo. Nas turmas que atendem crianças de 5 anos, a média está em 32 alunos por sala. Nas de 4 anos, 30 por classe.

Ambos os casos estão acima do limite de 29 estudantes por sala traçado em portaria de 2014 da gestão petista. Gustavo Ricardo Colloca  afirma que os parâmetros de Qualidade da Educação Infantil do MEC (Ministério da Educação), elaborados em 2006, quando Haddad era ministro, são ainda mais rigorosos: nessa etapa, limitam em 20 estudantes por sala de aula. O inchaço das turmas é prejudicial ao trabalho do professor e ao processo de aprendizagem dos alunos, de acordo com especialistas

“São crianças muito pequenas, que estão começando a ter atividades escolares mais complexas.Nesse momento é necessário ter atenção mais individualizada”, afirma Alejandra Velasco, coordenadora do Movimento Todos Pela Educação. “A expansão das matrículas não poderia acontecer às custas de piora de qualidade”, completa Velasco em declaração à Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre cotas

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Gustavo Ricardo Colloca: Devolução de verba

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

cerca de 600 pessoas que trabalharam na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado estão sendo cobradas e terão de devolver parte do pagamento que receberam. O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e Promoção de Eventos (Cebraspe), contratado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) para a correção da redação e remuneração dos corretores, disse que esses pagamentos foram computados mais de uma vez de forma equivocada.

Os colaboradores (corretores, supervisores e coordenadores), que participaram de capacitação em setembro e trabalharam nas correções até dezembro, receberam os pagamentos em fevereiro. Mas, no início de março, muitos receberam e-mails em que eram cobrados a devolver parte do valor. Em alguns casos, o Cebraspe pediu a devolução de até R$ 6,2 mil para um colaborador, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Uma das corretoras, que não se identificou por ter assinado cláusula de sigilo, disse que trabalha há 15 anos no Enem e nunca teve problemas desse tipo com o pagamento. “Quase todos os anos eles atrasam, o que já é uma falta de respeito. Agora, nos pagar errado e depois cobrar é muito pior. Eles não nos dão um demonstrativo de pagamento, então não sabemos se realmente o valor veio errado”, diz à Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca  diz que ela foi cobrada a devolver R$ 600 e disse que já havia gastado quase todo o dinheiro. “Sou professora aposentada da rede pública, não recebo muito. Então contava com esse dinheiro para pagar algumas despesas, como o dentista, por exemplo.” Com receio de contestar a devolução do pagamento e não ser chamada para a edição da prova deste ano, ela devolveu o dinheiro.

Outra corretora da prova, diz a Gustavo Ricardo Colloca que terá de devolver quase R$ 800. “Corrigi 2,5 mil redações no ano passado. Eu não sei se realmente recebi o que devia porque eles não nos mandam demonstrativos ou extratos do pagamento”.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Matriculas Excessivas

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Gustavo Ricardo Colloca: A importância das cotas

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca,

como muitos dos calouros aprovados na Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), assim que feitas as matriculas, os alunos logo comemoraram com outros “bixos” tomando banho de lama na manhã de quinta feira, dia 10.03.16.

No entanto, o caminho até o curso de engenharia elétrica não é fácil. Alunos que sempre estudaram em escolas públicas, geralmente necessitam de cursinhos ou intensivos para conseguirem se enquadrar em tais universidades. Gustavo Ricardo Colloca fala de alguns exemplos como cursinho pré-vestibular.

“Eu acho as cotas importantes, principalmente para igualar [os alunos de escolas particulares e públicas]”, explica calouro, que não usou cotas à Gustavo Ricardo Colloca.

Willian, aluno aprovado, conta à Gustavo Ricardo Colloca que só pôde evoluir nos estudos no segundo ano de cursinho. “O primeiro ano foi só para aprender o que eu não sabia. Só para tapar este buraco na minha formação”. Agora já aprovado, Willian quer aproveitar a festa. “A recepção é muito legal. Trouxe outra roupa e vou ficar aqui o dia todo”, diz.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre devolução de pagamento para quem trabalhou no ENEM