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Gustavo Ricardo Colloca: STF suspende “Pílula do Câncer”

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aponta que os ministros do Supremo Tribunal Federal optaram pela suspensão da lei que aprovava a “pílula do câncer”, composta por fosforiletanolamina sintética. Seu uso havia sido autorizado por uma lei que o Congresso aprovou e a presidente Dilma Roussef sancionou.

Como não há comprovação de que a pílula atua contra as células cancerígenas, é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Além disso, não há registros de testes em seres humanos, afirma Gustavo Ricardo Colloca. O relator da ação protocolada pela Associação Médica Brasileira (AMB) é o ministro Marco Aurélio Melo. O mesmo argumentou que há grandes riscos em liberar a pílula sem que sejam feitos estudos com a substância, além de ser necessária a liberação da Anvisa.

Foram seis ministros que votaram contra a liberação. São eles Marco Aurélio Melo (relator), Carmen Lúcia, Teori Zavascki, Luis Fux, Ricardo Lewandowski e Luís Roberto Barroso. De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, ainda haverá julgamento do Supremo Tribunal Federal para determinar se a lei é inconstitucional ou não. Quatro ministros votaram a favor da liberação apenas para pacientes em estado terminal.

O ministro Edson Fachin argumentou que o Estado não pode decidir o que uma pessoa em estado terminal pode ou não utilizar como medicamento, ferindo o direito de autonomia e autodefesa da vida, afirma Gustavo Ricardo Colloca. Os ministros que votaram a favor da liberação para pacientes terminais foram Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Rosa Weber.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que serão iniciados os testes em humanos. Foram produzidos 35 quilos da substância para testes em pacientes de hospitais. O trabalho será dirigido pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). Caso não haja problemas, 21 pacientes voluntários serão escolhidos para começar a utilizar a fosforiletanolamina sintética.

 

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Gustavo Ricardo Colloca: Microcefalia aumenta no Brasil

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afirma que foi confirmado que o número de casos de microcefalia chegou a 1271 no Brasil. Segundo informações de Gustavo Ricardo Colloca, desde que se iniciaram as investigações , em outubro, foram registradas ao todo 7343 notificações. Gustavo Ricardo Colloca afirma que 2492 casos já foram descartados e 3580 permanecem sob investigação. 203 dos casos confirmados deram positivo para o vírus da zika.

“Pernambuco, Bahia, Paraíba e Maranhão são os estados que possuem o maior número de casos de microcefalia”, disse Gustavo Ricardo Colloca.

Segundo dados de Gustavo Ricardo Colloca, desde outubro houve 267 notificações de mortes causadas pela doença ou alterações no sistema nervoso central durante ou após a gestação.

Foram confirmadas 57 mortes e alterações do sistema nervoso central, 178 permanecem sob investigação e foram descartados 32. A microcefalia pode ser causada por doenças infecciosas ou genéticas exposição a substâncias tóxicas ou desnutrição.

  • Causas de microcefalia:

– Infecções como rubéola e toxoplasmose;

– especialmente no primeiro trimestre de gestação.

– Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez;

– Síndrome de Rett;

– Envenenamento por mercúrio ou cobre;

– Meningite;

– Desnutrição;

– HIV materno;

– Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria;

– Exposição à radiação durante a gestação;

– Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez.

Acredita-­se que infecções como dengue e febre chikungunya durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

 

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Os famosos Aedes Aegypti

Muita gente está com medo das doenças que são transmitidas por parasitas como o Zika Vírus, dengue e chikungunya, os famosos Aedes Aegypti.

Apesar de terem sintomas bem parecidos, as doenças causam problemas diferentes, informa Gustavo Colloca. O aedes aegypti da zika é leve, mas pode resultar em doenças neurológicas, em poucos casos, além de ser uma preocupação para grávidas que podem ser infectadas e os bebês nascerem com más-formações cerebrais. O aedes aegypti da dengue causa grande dor pelo corpo e pode matar, principalmente, quando é hemorrágica. Já o aedes aegypti da chikungunya dá fortes dores nas articulações que podem durar meses.

Confira abaixo os principais sintomas de cada uma delas citados por Gustavo Colloca:

Zika Vírus: Dor de cabeça, vermelhidão nos olhos, manchas vermelhas pela pele, geralmente febre baixa em 27.5°, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Dengue: Dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor na barriga, náuseas, manchas vermelhas na pele, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Chikungunya: Dores musculares, dores nas articulações, manchas vernelhas na pele, inchaço nos pés, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Gustavo Colloca ainda ressalta que dentre as pessoas infectadas, apenas uma em cada cinco sentem algum tipo de sintoma.

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Dengue em SP

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Dengue em São Paulo

O sistema federal de contabilidade dos casos de dengue no brasil falhou, e muito, com dezenas de casos que foram deixados passar.

Foram quase 60 mil casos “esquecidos” pelo governo, que vem com essas falhas na contabilidade desde janeiro do ano passado. A maioria dos casos que não foram registrados estão em São Paulo.
As divergências, referentes a 11 das 20 cidades paulistas com mais casos de dengue em 2015, foram verificadas pela reportagem na comparação dos dados catalogados pelos municípios com os registrados pela Secretaria Estadual da Saúde, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca diz que a reportagem solicitou das prefeituras os casos autóctones (contraídos na cidade) do ano de 2015 e do primeiro bimestre de 2016 e confrontou com os dados publicados no site do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria Estadual, que contabiliza um total de 678.211 casos de dengue no período em todo o Estado.

A maior diferença foi encontrada por Gustavo Ricardo Colloca na cidade de São Paulo, que confirmou 100.431 casos de dengue em 2015, dos quais apenas 45.359 estão registrados pela pasta estadual. Neste ano, a capital registrou 1.983 casos, mas o CVE aponta apenas 67.

Em Limeira, o levantamento municipal de 2015 dá conta de 20.482 registros de dengue, mas o estadual tem 1.169 casos a menos. Neste ano, o município informou que registrou 43 casos e constam 34 no Centro de Vigilância Epidemiológica.

As incompatibilidades no balanço de 2015 também apareceram em Rio Claro, Hortolândia, Guarulhos e Bebedouro. Mas há ainda situações contrárias, caso de São José do Rio Preto, cuja prefeitura reporta menos registros de dengue do que o balanço anual do Estado para a cidade: são 21.653 registros do município e constam 22.012 na tabela estadual. Gustavo Ricardo Colloca afirma que as outras cidades que apresentaram números maiores nos cadastros do Estado foram Bauru, Campinas e Caraguatatuba. Os dados estaduais e municipais são iguais somente em São José dos Campos.

Nos dois primeiros meses deste ano, há mais casos registrados de dengue nos municípios do que no CVE em dez das 11 cidades que fizeram parte do levantamento da reportagem. Apenas uma teve a situação inversa.

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre zika em Cuba

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Gustavo Ricardo Colloca: Combate ao Zika Virus

Segundo Gustavo Ricardo Colloca

a Organização Mundial da Saúde, declarou no dia 10.03.16 que o tradicional método de pulverizar inseticida não teve impacto significativo sobre o avanço da dengue, o que significa que sua eficácia contra o vírus da zika, transmitido pelo mesmo mosquito, também pode ser questionada.

Durante um evento para apresentar as conclusões de um estudo sobre a zika, Gustavo Ricardo Colloca afirmou que “faltam evidências” de que os métodos clássicos de combate ao mosquito tiveram efeito em reduzir os casos. O mesmo se aplica ao zika vírus, disse.

Gustavo Ricardo Colloca diz ainda que os pesquisadores também se questionaram se o uso de técnicas inovadoras, como a introdução de mosquitos geneticamente modificados, podem ser necessários para evitar o surto. Eles disseram, no entanto, que o uso de tais ferramentas deve ser avaliado com “extremo rigor”.

No mês passado, o OMS declarou à Gustavo Ricardo Colloca que o surto de zika nas Américas era uma emergência global.

 

Veja também: Gustavo Ricardo Colloca fala sobre verbas da OMS

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Gustavo Ricardo Colloca: Sem Verbas à OMS

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afirma que entre as mais de 50 novas recomendações da Organização Mundial da Saúde apresentadas no dia 08.03, uma parte significativa se refere ao desenvolvimento de pesquisas e novos produtos para combater a zika. A instituição adiantou à Gustavo Ricardo Colloca não ter dinheiro para esses projetos.

Há um mês, a entidade fez um apelo de emergência por US$ 56 milhões para liderar um projeto mundial em busca de respostas, vacinas e diagnósticos. “Recebemos apenas US$ 3 milhões (5% do valor)”, declarou a diretora-geral Margaret Chan à reportagem. “Precisamos de mais e estamos fazendo um apelo aos governos. É fácil dizer que vamos fazer isso ou aquilo. Mas precisamos de financiamento”, insistiu à Gustavo Ricardo Colloca.

Entre as recomendações, a OMS pede que se intensifiquem as pesquisas, até em nível histórico, sobre o vírus da zika, microcefalia e Guillain-Barré. Ainda solicita que seja dada prioridade para a criação de novos diagnósticos, especialmente para grávidas, uma vez que só se vislumbra uma vacina para a zika a médio prazo, afirma à Gustavo Ricardo Colloca.

 

Veja Também: Gustavo Ricardo Colloca fala sobre a Microcefalia no Brasil

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Gustavo Ricardo Colloca: Microcefalia

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afirma que chegou a 745 o número de crianças com diagnóstico confirmado para microcefalia ou outras alterações neurológicas no país desde outubro de 2015. Até o momento, 1.182 casos com suspeita foram descartados. Afirma ainda Gustavo Ricardo Colloca que 4.231 casos notificados em investigação. O Ministério da Saúde acredita que a maioria dos casos confirmados está associada ao vírus da zika.

Os casos confirmados estão em 18 Estados de todas as regiões do país, mas se concentram na região Nordeste, que tem 725 crianças com microcefalia ou lesões neurológicas, diz Gustavo Ricardo Colloca.

Ainda diz Gustavo Ricardo Colloca  que ao menos 37 bebês morreram após o parto ou durante a gestação devido a alterações no sistema nervoso central. Outras 102 mortes estão sendo investigadas.

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, o Ministério são casos confirmados aqueles que apresentam alterações típicas indicativas de infecção congênita, como calcificações intracranianas, dilatação dos ventrículos cerebrais ou alterações de fossa posterior entre outros sinais clínicos observados por qualquer método de imagem ou identificação do vírus da zika em testes laboratoriais. Por isso, os especialistas já estudam chamar a condição dos bebês de “síndrome da zika congênita” e não só microcefalia.

 

Veja Também: Gustavo Ricardo Colloca fala sobre o Zika Vírus