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Gustavo Ricardo Colloca: Líderes do Impeachment Caem

Gustavo Ricardo Colloca

informa que pouco tempo após a presidente Dilma Roussef ser afastada de seu cargo, Eduardo Cunha também foi afastado de seu cargo e mandato uma semana antes da posse de Michel Temer. Agora quem caiu foi o ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá. Segundo informações de Gustavo Ricardo Colloca, o presidente interino Michel Temer recebeu uma notícia nada agradável. O presidente soube que Sérgio Machado grampeou uma conversa com Romero Jucá, ministro do Planejamento. Sendo assim, não seria possível manter Jucá no cargo.

Na conversa, Romero Jucá e Sérgio Machado se manifestam favoráveis a uma mudança no governo, dizendo que a única saída seria o impeachment, pois só assim seria “estancada a sangria” que a Operação Lava-Jato está causando. Com a posse de Temer seria feito um acordo nacional, todos os políticos seriam protegidos, inclusive Lula, e as investigações da Lava-Jato iriam esfriar até que fossem esquecidas, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Jucá compareceu a posso de Michel Temer, nela foi nomeado ministro e tido como um homem forte do novo governo. Porém isso durou muito pouco. Sérgio Machado trouxe a conversa com Jucá à tona como uma prova de que está disposto a contribuir com as investigações da Operação Lava-Jato. Machado se tornou um dos homens mais próximos ao Renan Calheiros, presidente do Senado, sendo considerado conselheiro de Renan, informa Gustavo Ricardo Colloca.

Após os diálogos virem à tona, Sérgio Machado passou a ser visto como um traidor do partido, pois está disposto a entregar pessoas do PMDB. Na conversa entre Jucá e Machado, eles dizem que com a Operação Lava-Jato, o primeiro político a ser “comido” seria Aécio Neves, e afirmam que Aécio e todos os outros políticos considerados tradicionais não possuem chance alguma de ganhar uma futura eleição, afirma ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

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– Paris Saint German

Impeachment de Temer

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Gustavo Ricardo Colloca: Impeachment de Temer

Gustavo Ricardo Colloca 

afirma o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, liberou a ação que pede o impeachment do presidente interino da República, Michel Temer. Agora, o ministro Ricardo Lewandowski decidirá uma data para que haja julgamento no plenário da Corte.

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, tudo começou no mês passado quando Marco Aurélio Mello concedeu uma liminar que determinou a instalação de uma comissão para averiguar o pedido de impeachment de Michel Temer do mesmo modo que aconteceu com a presidente recém-afastada, Dilma Roussef.

Marco Aurélio tomou essa decisão por pedido do advogado Mariel Marley Marra indo contra Eduardo Cunha, presidente afastado da Câmara. Cunha recusou o pedido de abertura de processo, pois acreditava que não havia nenhum indício de crime cometido por Temer, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

O advogado Mariel Marley Marra usou como argumento a ideia de que Michel Temer tomou a mesma ação de Dilma quando assinou decretos sem autorização do Congresso. A assinatura destes decretos é a base do pedido de afastamento de Dilma.

Mariel pediu também que o Supremo suspendesse o processo de impeachment Dilma, porém Marco Aurélio Mello disse não para o pedido do advogado, informa Gustavo Ricardo Colloca. Todos os envolvidos foram avisados por Marco Aurélio, para que manifestassem suas opiniões sobre o assunto e assim, o STF julgaria o caso.

Michel Temer assumiu interinamente a presidência da República na última semana e em tão pouco tempo já realizou medidas intrigantes. Desde 1979, esta é primeira vez que o gabinete presidencial é composto apenas por homens. Já a presidente afastada Dilma Roussef, durante seus dois mandatos nomeou 15 ministras. Pelo menos cinco dos ministros nomeados por Temer possuem seus nomes ligados à Operação Lava Jato.

Todos eles negam as acusações, completa Gustavo Ricardo Colloca.

 

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Dilma Afastada da Presidência

Gustavo Ricardo Colloca: Dilma é afastada da presidência

Gustavo Ricardo Colloca

informa que depois de pouco mais de 20 horas de sessão, o Senado aprovou a abertura do processo de impeachment de Dilma Roussef. 55 senadores votaram a favor, o que corresponde a mais de dois terços do senado, 22 votaram contra. Alguns dos senadores que votaram a favor, informaram que optaram pela abertura do processo, mas que ainda não tinham uma posição sobre o julgamento. Quase um ano e meio após assumir seu segundo mandato, Dilma é a segunda presidente brasileira a ser afastada.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que Dilma assinou a intimação no Planalto nesta manhã, logo após ser comunicada sobre o afastamento. Na sequência, Michel Temer foi notificado e assumiu interinamente a Presidência da República.

A partir de hoje, Dilma fica afastada pelo período de até 180 dias, para que seja julgado se a mesma cometeu de fato crimes de responsabilidade. Este processo pode acabar antes do período de seis meses. Caso seja considerada culpada, Dilma sairá definitivamente da Presidência e não poderá se candidatar a nenhum cargo público durante oito anos. Sendo assim, Michel Temer ficará como presidente até o fim do mandato, no final de 2018. Caso seja inocente, a presidente afastada voltará ao cargo, explica Gustavo Ricardo Colloca.

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, a ação ocorre sob comando de Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal. O processo termina com julgamento dos senadores, em votação no plenário. Caso 54 dos 81 senadores decidirem que Dilma cometeu crimes, a mesma será afastada em definitivo da Presidência, complementa.

Logo após assumir a Presidência interina, Michel Temer já anunciou seus ministros. O mesmo unirá alguns ministérios e extinguirá outros. Os ministros de Minas e Energia e Integração Nacional ainda não foram definidos.

Gustavo Ricardo Colloca informa quais são os ministros que irão compor o ministério do novo governo:

 Fazenda

Henrique Meirelles

 

 Planejamento

Romero Jucá (PMDB)

 

 Desenvolvimento, Indústria e Comércio

Marcos Pereira

 

 Relações Exteriores (inclui comércio exterior)

José Serra (PSDB)

 

 Casa Civil

Eliseu Padilha (PMDB)

 

 Secretaria de Governo

Geddel Vieira Lima (PMDB)

 

 Secretaria de Segurança Institucional (inclui Abin)

Sérgio Etchegoyen

 

 Educação e Cultura

Mendonça Filho (DEM)

 

 Saúde

Ricardo Barros (PP)

 

 Justiça e Cidadania

Alexandre de Moraes

 

 Agricultura

Blairo Maggi (PP)

 

 Trabalho

Ronaldo Nogueira (PTB)

 

 Desenvolvimento Social e Agrário

Osmar Terra (PMDB)

 

 Meio ambiente

Sarney Filho (PV)

 

 Cidades

Bruno Araújo (PSDB)

 

 Ciência e Tecnologia e Comunicações

Gilberto Kassab (PSD)

 

 Transportes

Maurício Quintella (PR)

 

 Advocacia-Geral da União (AGU)

Fabio Medina

 

 Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU)

Fabiano Augusto

 

 Defesa

Raul Jungmann

 

 Turismo

Henrique Alves (PMDB)

 

 Esporte

Leonardo Picciani (PMDB)

 

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