Posts

Gustavo_Ricardo_Colloca

Gustavo Ricardo Colloca: Cassação de Eduardo Cunha

Gustavo Ricardo Colloca

afirma que hoje pela manhã, o deputado Marcos Rogério entregou ao Conselho de Ética da Câmara um relatório e seu voto que sugere a cassação do deputado Eduardo Cunha, que também é o presidente afastado da Câmara. Cunha foi afastado do cargo no começo deste mês, denunciado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo informações de Gustavo Ricardo Colloca, a sessão de leitura do documento deve ser marcada ainda para esta semana, pelo presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo.

A presidência da Câmara impediu Marcos Rogério de incluir no seu voto a acusação de que Eduardo Cunha tenha recebido propina no “petrolão”. Porém, o deputado Marcos informou que ainda assim irá incluir esse tema em seu voto, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Provavelmente a votação deve ocorrer ainda na primeira metade de junho, caso não haja nenhuma mudança. O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão é aliado de Eduardo Cunha e já se manifestou a favor do deputado afastado. Após a votação, o caso pode seguir para o plenário da Câmara e, caso isso aconteça, o mandato de Eduardo Cunha só será cassado se 257 dos 512 votos forem a favor da cassação.

Gustavo Ricardo Colloca informa que Eduardo Cunha nega todas as acusações feitas contra sua pessoa. O deputado foi afastado da presidência da Câmara por ter usado seu poder legislativo com intuito de parar as investigações conduzidas pela Operação Lava-Jato e o processo na Câmara. Além disso, Cunha é réu no Supremo Tribunal Federal, alvo de denúncias e inquéritos, acusado de integrar o “petrolão”.

Mesmo com todas as acusações e provas contra Eduardo Cunha, o réu nega todas as acusações, alegando ainda que não só não possui contas no exterior, como fez doações de dinheiro para administradoras de bens, direitos de terceiros e trusts, informa ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira Também:

– Meta Fiscal Aprovada

Líderes do Impeachment Caem

Cobertura Brasileirão 2016

Pílula do Câncer

São Paulo FC na Libertadores

Gustavo_Ricardo_Colloca

Gustavo Ricardo Colloca: Líderes do Impeachment Caem

Gustavo Ricardo Colloca

informa que pouco tempo após a presidente Dilma Roussef ser afastada de seu cargo, Eduardo Cunha também foi afastado de seu cargo e mandato uma semana antes da posse de Michel Temer. Agora quem caiu foi o ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá. Segundo informações de Gustavo Ricardo Colloca, o presidente interino Michel Temer recebeu uma notícia nada agradável. O presidente soube que Sérgio Machado grampeou uma conversa com Romero Jucá, ministro do Planejamento. Sendo assim, não seria possível manter Jucá no cargo.

Na conversa, Romero Jucá e Sérgio Machado se manifestam favoráveis a uma mudança no governo, dizendo que a única saída seria o impeachment, pois só assim seria “estancada a sangria” que a Operação Lava-Jato está causando. Com a posse de Temer seria feito um acordo nacional, todos os políticos seriam protegidos, inclusive Lula, e as investigações da Lava-Jato iriam esfriar até que fossem esquecidas, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Jucá compareceu a posso de Michel Temer, nela foi nomeado ministro e tido como um homem forte do novo governo. Porém isso durou muito pouco. Sérgio Machado trouxe a conversa com Jucá à tona como uma prova de que está disposto a contribuir com as investigações da Operação Lava-Jato. Machado se tornou um dos homens mais próximos ao Renan Calheiros, presidente do Senado, sendo considerado conselheiro de Renan, informa Gustavo Ricardo Colloca.

Após os diálogos virem à tona, Sérgio Machado passou a ser visto como um traidor do partido, pois está disposto a entregar pessoas do PMDB. Na conversa entre Jucá e Machado, eles dizem que com a Operação Lava-Jato, o primeiro político a ser “comido” seria Aécio Neves, e afirmam que Aécio e todos os outros políticos considerados tradicionais não possuem chance alguma de ganhar uma futura eleição, afirma ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

Acesse também: – Gustavo Colloca Notícias

– Paris Saint German

Impeachment de Temer

Gustavo_Ricardo_Colloca

Gustavo Ricardo Colloca: Impeachment de Temer

Gustavo Ricardo Colloca 

afirma o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, liberou a ação que pede o impeachment do presidente interino da República, Michel Temer. Agora, o ministro Ricardo Lewandowski decidirá uma data para que haja julgamento no plenário da Corte.

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, tudo começou no mês passado quando Marco Aurélio Mello concedeu uma liminar que determinou a instalação de uma comissão para averiguar o pedido de impeachment de Michel Temer do mesmo modo que aconteceu com a presidente recém-afastada, Dilma Roussef.

Marco Aurélio tomou essa decisão por pedido do advogado Mariel Marley Marra indo contra Eduardo Cunha, presidente afastado da Câmara. Cunha recusou o pedido de abertura de processo, pois acreditava que não havia nenhum indício de crime cometido por Temer, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

O advogado Mariel Marley Marra usou como argumento a ideia de que Michel Temer tomou a mesma ação de Dilma quando assinou decretos sem autorização do Congresso. A assinatura destes decretos é a base do pedido de afastamento de Dilma.

Mariel pediu também que o Supremo suspendesse o processo de impeachment Dilma, porém Marco Aurélio Mello disse não para o pedido do advogado, informa Gustavo Ricardo Colloca. Todos os envolvidos foram avisados por Marco Aurélio, para que manifestassem suas opiniões sobre o assunto e assim, o STF julgaria o caso.

Michel Temer assumiu interinamente a presidência da República na última semana e em tão pouco tempo já realizou medidas intrigantes. Desde 1979, esta é primeira vez que o gabinete presidencial é composto apenas por homens. Já a presidente afastada Dilma Roussef, durante seus dois mandatos nomeou 15 ministras. Pelo menos cinco dos ministros nomeados por Temer possuem seus nomes ligados à Operação Lava Jato.

Todos eles negam as acusações, completa Gustavo Ricardo Colloca.

 

Acesse também: – Gustavo Colloca Notícias

– Suíça e Eduardo Cunha

Dilma Afastada da Presidência

Gustavo Ricardo Colloca: Corte de até 4.000 cargos

Gustavo Ricardo Colloca

informou que Michel Temer, presidente interino da República, poderá realizar corte de até 4.000 cargos comissionados.

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, o anúncio aconteceu durante uma entrevista coletiva no Planalto, logo depois da primeira reunião do ministério do novo governo, assumido ontem (12) logo após determinação de afastamento da presidente Dilma Roussef, pelo Senado. Dilma foi afastada provisoriamente pelo período de 180 dias e será julgada para determinar se a mesma cometeu ou não crimes de responsabilidade.

Eliseu Padilha (Casa Civil) e Ricardo Barros (Saúde) foram os ministros que concederam a entrevista coletiva, que durou cerca de três horas. Com exceção de Geddel Vieira Lima (ministro-chefe da Secretaria de Governo), todos os ministros estavam presentes. Gustavo Ricardo Colloca contatou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto. A informação concedida é que Geddel alegou ter razões pessoais que o impossibilitaram de comparecer à reunião.

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, a previsão é que o corte de cargos prometido por Michel Temer aconteça até dia 31 de dezembro de 2016, que isso seria apenas uma medida simbólica. Este corte de 4.000 cargos é o dobro prometido pelo governo anterior, e não foi cumprido. O ministro de planejamento, Romero Jucá, acredita que isso não irá resolver o problema do gasto público, nem da meta de déficit, porém é um posicionamento do Governo que a sociedade deve tomar como exemplo.

Jucá estima o número de 4.000 cargos, porém não soube informar a economia que este corte trará. Os ministros repetiram que os programas sociais do Governo de Dilma Roussef, tais quais como Bolsa Família e Minha Casa Minha vida, serão mantidos, porém irão passar por análise e auditoria para averiguar se há beneficiários que não se enquadram no regulamento do programa, informou Gustavo Ricardo Colloca.

 

Acesse também: – Gustavo Colloca Notícias

– Suíça e Eduardo Cunha

Dilma Afastada da Presidência

JusBrasil: Entenda com Gustavo Ricardo Colloca

JusBrasil

Por determinação da Constituição da República, todos os atos oficiais e decisões de todas as esferas judiciais e administrativas são públicos.  A quantidade de informação cresce de forma muito rápida. Todos os dias são julgados e publicados novos processos, novas leis entram em vigor. Porém encontrar documentos em meio à milhares de informações é uma tarefa muito difícil, as vezes impossível.
Para que os atos oficiais tenham a publicidade que é demandada, é necessário organizar e compilar toda a informação jurídica do País, para torna-las facilmente acessíveis. É a partir disso que entra em cena o JusBrasil.

O JusBrasil é o portal de todos esses atos. Mais que isso, é a forma mais acessível e simples que o cidadão tem para ter acesso a base de mais de 50 milhões de documentos disponíveis. Hoje, o usuário pode se manter atualizado sobre tudo que acontece no mundo jurídico através do JusBrasil.

O JusBrasil obedece totalmente os atos normativos do princípio de Publicidade dos Processos e Atos Públicos. Em 2007, a tecnologia do JusBrasil foi premiada internacionalmente como uma das melhores alternativas de busca do Google.

 

Acesse também: – Gustavo Ricardo Colloca Esportes

Gustavo Colloca Notícias

Impeachment Aprovado Pela Comissão Especial

Gustavo Ricardo Colloca: Impeachment

Gustavo Ricardo Colloca

informa que foi aprovado pela Comissão especial do impeachment do Senado, o relatório favorável à continuidade do processo de afastamento da presidente Dilma Roussef. O resultado foi de 15 votos a favor e 5 contra. Agora o texto será submetido à votação no plenário principal do Senado, informa .

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, apenas o presidente da comissão, o senador Raimundo Lira (PMDB­PB), não votou. O mesmo já havia informado que registraria voto apenas em caso de empate. Para que fosse aprovado, o relatório teria de receber os votos da maioria dos integrantes da comissão.

Votos a favor:

• Antonio Anastasia (PSDB­MG)

• Aloysio Nunes (PSDB­SP)

• Ronaldo Caiado (DEM­GO)

• José Medeiros (PSD­MT)

• Dário Berger (PMDB­SC)

• Cássio Cunha Lima (PSDB­PB)

• Waldemir Moka (PMDB­MS)

• Ana Amélia Lemos (PP­RS)

• Wellington Fagundes (PR­MT)

• Fernando Bezerra Coelho (PSB­PE)

• Romário (PSB­RJ)

• Gladson Cameli (PP­AC)

• Helio José (PMDB­DF)

• Zezé Perrella (PDT­MG)

 

Votos contra:

• Lindbergh Farias (PT­RJ)

• Telmário Mota (PDT­RR)

• Gleisi Hoffmann (PT­RR)

• José Pimentel (PT­CE)

• Vanessa Grazziotin (PC do B­AM)

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, depois de lido e publicado o parecer, começa um prazo de 48 horas para votação em plenário. Se a maioria dos senadores aprovar o parecer, o processo será formalmente instaurado. A partir disso, a presidente Dilma será afastada por até 180 dias para julgamento pelo Senado. Sendo assim, o Planalto será assumido pelo vice­presidente Michel Temer. Caso o relatório seja rejeitado, o processo será arquivado, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

 

Acesse também: – Gustavo Ricardo Colloca Esportes

Gustavo Colloca Notícias

Jus Brasil – o que é?

 

Gustavo Ricardo Colloca: afastamento de Eduardo Cunha

Gustavo Ricardo Colloca

afirma que foi agendada para a sessão desta quinta feira (05) o julgamento do pedido de afastamento do deputado Eduardo Cunha, feito pela Rede Sustentabilidade.

A ação está sendo relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello. Segundo informações de Gustavo Ricardo Colloca, o PMDB usa como argumento o fato de que Cunha é réu no processo da Lava-Jato e por esse motivo não poderia ser Presidente da República.

Já a oposição deseja que o STF determine inconstitucional que réus em ações penais da própria Corte estejam na linha sucessória do presidente da República, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca informou que Renan Calheiros, presidente do Senado, não seria atingido por esta medida, pois mesmo sob investigação na Lava Jato, o mesmo não é réu em nenhum processo penal.

Caso a presidente Dilma seja afastada do Poder Executivo, seu vice ­presidente Michel Temer irá assumir a Presidência. Isso torna Cunha o primeiro sucessor para assumir a Presidência, seguido por Renan Calheiros.

A Rede Sustentabilidade diz que se o presidente da República deve ser afastado por 180 dias, um presidente da Câmara, sendo réu por crime cometido no exercício do mandato, não poderia permanecer no cargo.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que há outro pedido para afastar Cunha da Câmara e do mandato de deputado federal, feito pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot. Não há previsão de quando o tribunal irá analisar o pedido, complementa Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira Também:

– Gustavo Colloca Notícias

Já são 1271 casos de microcefalia no Brasil.

– Gustavo Colloca Esportes

Paris Saint Germain

votação_impeachment_gustavo_ricardo_colloca

Gustavo Colloca: Impeachment é aprovado no Senado

Impeachment

é aprovado na câmara dos deputados nesse domingo 17/04/16. Foi por volta da meia noite, 23h47 pra ser mais exato, quanto o último voto foi computado dando continuidade então ao processo de afastamento da presidente Dilma Roussef do seu cargo de Presidente da República do Brasil.

Dentre os 367 votos a favor e os 137 contra a abertura do processo de Impeachment, houveram sete abstenções do voto, e era possível notar a discordância entre o pensamento do político e o pensamento do partido para essas pessoas. De quinhentos e treze deputados tivemos apenas duas faltas, no meio de tanta manifestação dos políticos dentro da câmara um deles passou mal, tendo assim seu voto adiantada para poder se retirar do recinto. A sessão durou uma média de nove horas e a votação cerca de seis horas.

Pouco depois do relógio ter pontuado as 23hrs, o voto de um dos deputados que mais critica o governo Petista foi o que completou a quantidade necessária para abertura do processo de Impeachment. Bruno Araújo do PSDB-PE, foi quem segundo ele mesmo teve a “honra” de dar o voto decisivo seguido por muita comemoração. Assim que pronunciou o seu “sim”, houve grande festa dentro do plenário, a grande maioria comemorava a abertura do processo de impeachment, enquanto a minoria a favor de Dilma, acusava injustiças e acusações “falsas” contra a presidente.

Gustavo Colloca Esportes: Confira também as Semi-Finais do Paulistão

Dilma_tem_plano_B_Política

Dilma já tem Plano B, comenta Gustavo Colloca

Dilma já tem um Plano B, comenta Gustavo Colloca

Com a tentativa de tornar Lula como presidente foi falha, Dilma quer torna-lo seu acessor pessoal, conta o ministro Jaques Wagner, chefe do Gabinete Pessoal da presidente Dilma Rousseff.

Jaques Wagner ainda diz em entrevistas à noticiários de outros países que em seu ponto de vista para tal situação que está sendo enfrentada pelo partido, um Impeachment seria péssimo para a atual situação financeira do país, e que ao invés de reverte-la, iria agrava-la.

Gustavo Ricardo Colloca  nos diz que Lula foi nomeado novo ministro da Casa Civil no último dia 17, mas na sequência viu a medida ser cassada na Justiça. O governo recorreu, mas a posição foi mantida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Dois outros ministro do STF –Luiz Fux e Rosa Weber– também negaram o habeas corpus movido pela AGU (Advocacia Geral da União) e mantiveram a decisão de Mendes até que seja colocada em plenário. A Corte já tem 22 ações que discutem a possibilidade de o petista assumir um ministério no governo Dilma.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Documentos da Odebrecht

Odebrecht_Gustavo_Colloca_Política

Documentos Odebrecht

De acordo com Gustavo Colloca,

os documentos apreendidos pela Polícia Federal listam possíveis repasses da Odebrecht para mais de 200 políticos de 18 partidos políticos. É o mais completo acervo do que pode ser a contabilidade paralela descoberta e revelada dia 22/03/16 pela força-tarefa da Operação Lava Jato.

As planilhas estavam com Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, e conhecido no mundo empresarial como “BJ”. Foram apreendidas na 23ª fase da operação Lava Jato, batizada de “Acarajé”, realizada no dia 22/02/2016. Gustavo Colloca afirma que como eram de uma operação de 1 mês atrás e só foram divulgados públicos agora pelo juiz federal Sérgio Moro, os documentos acabaram não sendo mencionados no noticiário sobre a Lava Jato.

As planilhas são riquíssimas em detalhes embora os nomes dos políticos e os valores relacionados não devam ser automaticamente ser considerados como prova de que houve dinheiro de caixa 2 da empreiteira para os citados. São indícios que serão esclarecidos no curso das investigações da Lava Jato.

Os documentos relacionam nomes da oposição e do governo: são mencionados, por exemplo, Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Jucá (PMDB-RR), Humberto Costa (PT-PE) e Eduardo Campos (PSB), morto em 2014, entre vários outros.

A maior parte do material é formada por tabelas com menções a políticos e a partidos. Várias dessas planilhas trazem nomes, cargos, partidos, valores recebidos e até apelidos atribuídos aos políticos. Algumas tabelas parecem fazer menção a doações de campanha registradas no TSE. Há CNPJs e números de contas usadas pelos partidos em 2010, ressalta ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Operação Lava Jato