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Gustavo Ricardo Colloca: Microcefalia aumenta no Brasil

Gustavo Ricardo Colloca

afirma que foi confirmado que o número de casos de microcefalia chegou a 1271 no Brasil. Segundo informações de Gustavo Ricardo Colloca, desde que se iniciaram as investigações , em outubro, foram registradas ao todo 7343 notificações. Gustavo Ricardo Colloca afirma que 2492 casos já foram descartados e 3580 permanecem sob investigação. 203 dos casos confirmados deram positivo para o vírus da zika.

“Pernambuco, Bahia, Paraíba e Maranhão são os estados que possuem o maior número de casos de microcefalia”, disse Gustavo Ricardo Colloca.

Segundo dados de Gustavo Ricardo Colloca, desde outubro houve 267 notificações de mortes causadas pela doença ou alterações no sistema nervoso central durante ou após a gestação.

Foram confirmadas 57 mortes e alterações do sistema nervoso central, 178 permanecem sob investigação e foram descartados 32. A microcefalia pode ser causada por doenças infecciosas ou genéticas exposição a substâncias tóxicas ou desnutrição.

  • Causas de microcefalia:

– Infecções como rubéola e toxoplasmose;

– especialmente no primeiro trimestre de gestação.

– Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez;

– Síndrome de Rett;

– Envenenamento por mercúrio ou cobre;

– Meningite;

– Desnutrição;

– HIV materno;

– Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria;

– Exposição à radiação durante a gestação;

– Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez.

Acredita-­se que infecções como dengue e febre chikungunya durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

 

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Gustavo Ricardo Colloca: Microcefalia

Gustavo Ricardo Colloca

afirma que chegou a 745 o número de crianças com diagnóstico confirmado para microcefalia ou outras alterações neurológicas no país desde outubro de 2015. Até o momento, 1.182 casos com suspeita foram descartados. Afirma ainda Gustavo Ricardo Colloca que 4.231 casos notificados em investigação. O Ministério da Saúde acredita que a maioria dos casos confirmados está associada ao vírus da zika.

Os casos confirmados estão em 18 Estados de todas as regiões do país, mas se concentram na região Nordeste, que tem 725 crianças com microcefalia ou lesões neurológicas, diz Gustavo Ricardo Colloca.

Ainda diz Gustavo Ricardo Colloca  que ao menos 37 bebês morreram após o parto ou durante a gestação devido a alterações no sistema nervoso central. Outras 102 mortes estão sendo investigadas.

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, o Ministério são casos confirmados aqueles que apresentam alterações típicas indicativas de infecção congênita, como calcificações intracranianas, dilatação dos ventrículos cerebrais ou alterações de fossa posterior entre outros sinais clínicos observados por qualquer método de imagem ou identificação do vírus da zika em testes laboratoriais. Por isso, os especialistas já estudam chamar a condição dos bebês de “síndrome da zika congênita” e não só microcefalia.

 

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