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Gustavo Colloca: Queda do Dólar, medidas do governo

Dólar

hoje em dia está sendo um assunto muito comentado por todo país. Desde a reeleição do governo Dilma Roussef a moeda está em alta, e chegou a ter picos absurdos, deixando a todos uma sensação de frustração devido à importação de produtos e viagens internacionais.

Nesta semana o dólar teve queda significativa, o que deixa muitos felizes, porém, com essa queda fica mais difícil o Brasil quitar suas dívidas internas, aponta Gustavo Ricardo Colloca.

Atualmente nosso defict externo só vem encolhendo cada vez mais, e um dos principais motivos para isso é a diminuição das importações. A recessão derrubou a renda doméstica, o que deprime o consumo interno e as compras no exterior. A alta do dólar até perto de R$ 4 desencorajou despesas com importados. Assim, no mês passado, o deficit já havia recuado à metade, caindo de 4% para 2,39%.

Com isso, quem se alegrou com foram os exportadores, querendo trazer mais produtos de fora para dentro do país. Com isso, estima-­se que a balança comercial chegue ao fim do ano com um resultado positivo no valor de US$ 48 bilhões.

Com essa série de fatores ocorrendo no país, muitas coisas estão influenciando na economia. Um dos principais pontos é o fato de a presidente do país Dilma Roussef estar sofrendo um processo de Impeachment. Isso fez com que o dólar despencasse, e se não fosse a interferência do Banco Central, ela estaria muito abaixo do valor atual.

 

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Swap Cambial

Gustavo Colloca Economia: Dólar em alta

Dólar

amanheceu em alta nesta sexta-feira dia 15/04/16. Conforme avaliação de Gustavo Ricardo Colloca, uma grande intervenção do banco central está alterando os valores da moeda e tudo isso antes da votação do Impeachment da presidente Dilma Roussef que acontecerá no próximo domingo dia 17/04/16.

O swap cambial reverso, que é uma forma de manter a alto de uma moeda já não era usava ha três anos, agora o banco central está novamente utilizando esses meios na tentativa de reduzir a volatilidade do dólar e mante-lo acima de R$3,50.
A autoridade monetária anunciou o segundo leilão de swap reverso do dia, com oferta de até 40 mil contratos de US$ 2 bilhões em volume financeiro.

Mais cedo, o Banco Central aceitou as propostas para todos os 80 mil contratos de swap cambial reverso ofertados em operação das 9h30 às 9h40, totalizando US$ 4 bilhões em volume financeiro.

“A forte artilharia apresentada pelo BC nos últimos dias, no esforço contínuo e árduo de manter a divisa norte-americana cotada acima dos R$ 3,50, parece não ter fim”, afirma Ricardo Gomes da Silva Filho à Gustavo Ricardo Colloca

Além das operações de swap cambial reverso, nada foi dito pelo Banco Central sobre o  leilão de rolagem dos contratos de swap tradicional com vencimento em maio.

Neste contexto, o dólar à vista tinha alta de 0,98%, cotado a R$ 3,5158.

“Com o exterior avesso aos ativos de risco e a atuação do BC, poderemos ver mais um pregão repetindo os anteriores, ou seja, dólar abrindo em alta e caindo depois da formação da taxa Ptax no início da tarde”, afirma João Paulo de Gracia Corrêa, superintendente da SLW Corretora à Gustavo Ricardo Colloca.

Ocupação escolas Rio

Gustavo Colloca: Escolas Ocupadas no Rio

Gustavo Colloca Notícias:

Informa que a Justiça Carioca concedeu liminar provisório para que seja possível reocupar o espaço de aulas do Colégio Estadual Prefeito Mendes de Moraes, localizado na Ilha do Governador – ZN. Essa que é uma das escolas que atualmente possui mais de 2 mil alunos, está ocupada por uma média de 30 que está em apoio aos professores que estão em greve desde o mês passado, dia 02/03. Como sempre, os pontos de melhoria almejados são os mesmos, coisas como aumento de salário, fim do atraso salarial, dentre outros benefícios. Além disso, contabiliza-se mais de 20 escolas que estão ocupadas com o mesmo objetivo.

O governador carioca Francisco Dornelles (PP), afirmou por meio de nota que, “o Estado cumprirá a reintegração de forma pacífica, com todos os cuidados necessários à preservação das integridades física e psíquica dos ocupantes”. Apesar da liminar ter sido concedida na semana passada, só foi divulgada no dia 11/04, e mesmo assim não tem data agendada para o ato.

Neusa de Alvarenga Leite, juiza que liberou a liminar diz que o direito de se manifestar é totalmente válido, contando que não impeça outras pessoas de também cumprirem com seus direitos, o de estudar. “O direito à manifestação e aos protestos por melhorias nas condições de ensino, dentre outras reivindicações dos ocupantes do colégio, é legítimo e protegido pela Constituição Federal, sendo salutar à democracia. No entanto, o exercício desse direito não pode criar obstáculos ao direito à educação de alunos que desejam ter aulas e ao dever do Poder Público de prestar educação, devendo (…) ser exercido em outros locais, não se justificando a ocupação irregular do bem público sob esse fundamento”, justificou. “Considerando que a presente reintegração envolve alunos da rede pública estadual, (…) alguns deles menores de idade, impõe-se a adoção de medidas visando proteger a integridade física e psíquica dos ocupantes. O mandado deverá ser cumprido com observância das cautelas necessárias para uma desocupação pacífica”.

Logo no dia 11/04  mais sete escolas da rede estadual do Rio foram ocupadas pelos alunos, segundo a Assembleia Nacional de Estudantes-Livre do Rio (Anel-RJ). Agora são 25 unidades ocupadas no total, a Secretaria Estadual de Educação afirma que são 18. A rede tem 1.678 escolas.

Depois do Colégio Estadual Mendes de Moraes, uma segunda escola foi ocupada em 28 de março e três por dia em 4, 5, 6, 7 e 8 de abril.

Odebrecht_Gustavo_Colloca_Política

Documentos Odebrecht

De acordo com Gustavo Colloca,

os documentos apreendidos pela Polícia Federal listam possíveis repasses da Odebrecht para mais de 200 políticos de 18 partidos políticos. É o mais completo acervo do que pode ser a contabilidade paralela descoberta e revelada dia 22/03/16 pela força-tarefa da Operação Lava Jato.

As planilhas estavam com Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, e conhecido no mundo empresarial como “BJ”. Foram apreendidas na 23ª fase da operação Lava Jato, batizada de “Acarajé”, realizada no dia 22/02/2016. Gustavo Colloca afirma que como eram de uma operação de 1 mês atrás e só foram divulgados públicos agora pelo juiz federal Sérgio Moro, os documentos acabaram não sendo mencionados no noticiário sobre a Lava Jato.

As planilhas são riquíssimas em detalhes embora os nomes dos políticos e os valores relacionados não devam ser automaticamente ser considerados como prova de que houve dinheiro de caixa 2 da empreiteira para os citados. São indícios que serão esclarecidos no curso das investigações da Lava Jato.

Os documentos relacionam nomes da oposição e do governo: são mencionados, por exemplo, Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Jucá (PMDB-RR), Humberto Costa (PT-PE) e Eduardo Campos (PSB), morto em 2014, entre vários outros.

A maior parte do material é formada por tabelas com menções a políticos e a partidos. Várias dessas planilhas trazem nomes, cargos, partidos, valores recebidos e até apelidos atribuídos aos políticos. Algumas tabelas parecem fazer menção a doações de campanha registradas no TSE. Há CNPJs e números de contas usadas pelos partidos em 2010, ressalta ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Operação Lava Jato

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Gustavo Ricardo Colloca: Operação Lava Jato

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca,

a operação na Suíça, que auxilia o trabalho da Polícia Federal no Brasil, já descobriu mais de mil contas bancárias envolvidas em irregularidades. A extensão das investigações da Lava Jato na Suíça já fazem do caso um dos mais “excepcionais” da história do país, segundo a Procuradoria Geral da Suíça. Até o momento, já foram descobertas mais de mil contas em pelo menos 40 bancos implicados em irregularidades, totalizando US$ 800 milhões e mobilizando uma força-tarefa exclusiva.

“No caso Petrobras estamos certamente enfrentando um perfil excepcional de complexidade, de quantidade de pessoas envolvidas, bem como de informações bancárias processadas” afirmou à Gustavo Ricardo Colloca o porta-voz da procuradoria, André Marty. “Certamente é um dos procedimentos criminais mais intensos que a procuradoria está lidando”.

Conforme Marty afirma à Gustavo Ricardo Colloca, há uma equipe especificamente focada na Lava Jato na Suíça, composta por profissionais de diversos setores: analistas financeiros forenses, técnicos forenses ligados à tecnologia, especialistas em assistência legal, além de uma equipe administrativa e da Polícia Federal.

“A Petrobras é certamente uma das prioridades de topo de lista da procuradoria”, afirmou Marty. Somente as investigações relacionadas à Federação Internacional de Futebol, FIFA, recebem atualmente tanta atenção do governo, ressaltou ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre plano “B” de Dilma

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Piso dos professores: mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na lei

De acordo com a CNTE, mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na lei do piso dos professores

São 14 os Estados que pagam aos professores menos do que os R$ 2.135,64 por mês.

“Isso é ruim, no ano passado, na mesma época, mais estados cumpriam a lei”, diz a secretária-geral da confederação, Marta Vanelli à Gustavo Ricardo Colloca. “Está em lei federal, mas é preciso muita luta no estado para que seja pago. O governo anuncia o reajuste e depois há embate nos estados e municípios. Todo ano é assim”.

Gustavo Ricardo Colloca nos diz que todos os anos o governo faz reajustes salariais, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O piso é pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.

“Este ano é complexo do ponto de vista financeiro, temos dados de projeção de queda da arrecadação e temos que cumprir a lei de responsabilidades fiscal. Ainda que o sejamos favoráveis à Lei do Piso, é importante que estabeleçamos um pacto para que possamos dar consistência ao aumento, dentro das condições da receita, senão é difícil avançar”, diz o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Eduardo Deschamps, “Precisamos de compreensão para que possamos evitar paralisações que vão prejudicar os estudantes”, acrescenta à Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre agressões nas escolas.

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Gustavo Ricardo Colloca: Defesa de Aécio

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

Aécio Neves negou no dia 15.03.16 qualquer envolvimento com as acusações feitas por Delcídio. Segundo ele, as citações feitas por Delcídio ao seu nome são “acusações falsas e requentadas”.

Gustavo Ricardo Colloca diz que em sua delação premiada, Delcídio do Amaral disse que Aécio recebeu dinheiro de propina originada em contratos da estatal Furnas. Além disso, afirmou que Aécio seria beneficiário de uma fundação sediada em Liechtenstein da qual ele seria o dono ou o controlador. A terceira citação a Aécio feita por Delcídio é a de que ele teria tentado atrasar o repasse de dados do Banco Rural de Minas Gerais para a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito). O atraso, segundo Delcídio, seria para que informações que pudessem ligar Aécio ao banco fossem apagadas.

Em entrevista coletiva, Aécio negou as três acusações feitas por Delcídio. “Não consigo compreender a razão [pela qual Delcídio fez as alegações]. São todas as questões citadas são velhas e requentadas. Não há nada de novo e nada de consistente que mereça qualquer tipo de preocupação”, afirmou Aécio à Gustavo Ricardo Colloca.

Afirmou ainda Gustavo Ricardo Colloca que Aécio diz não ter nem concluído o projeto que foi motivo de acusação por Delcídio. “Essa fundação não foi concluída. Jamais houve qualquer transferência de recursos para ela. Esse assunto já foi objeto de uma investigação do MPF (Ministério Público Federal) do Rio de Janeiro que pediu há vários anos o arquivamento que foi feito pela Justiça Federal do Rio de Janeiro”, afirmou.

Sobre o suposto recebimento de propina oriunda de Furnas, Aécio também negou a acusação. “O senador Delcídio, em sua delação, comete pelo menos uma contradição que eu considero grave. Ele disse que a lista de Furnas não é verdadeira, mas que mesmo assim políticos teriam recebido dinheiro dela. Isso é falso”, disse à Gustavo Ricardo Colloca.

A respeito do suposto pedido para atrasar o repasse de dados do Banco Rural durante a CPMI dos Correios, Aécio disse que a acusação não tem fundamento. “Em nenhum momento meu nome foi nem sequer citado para colaborar em qualquer uma das investigações. Jamais tive conta, jamais fiz empréstimos com o Banco Rural e é incompreensível que os interesses do Banco Rural pudessem me atingir”, afirmou ainda à Gustavo Ricardo Colloca.

Aécio Neves disse que é preciso que as investigações sejam aprofundadas, “Sou o maior interessado para que tudo isso seja esclarecido. Será mais um atestado de idoneidade que eu receberei. A minha resposta a isso é de forma serena que se aprofundem nas apurações para que possamos ter isso clareado”, continuou.

Mais cedo, a assessoria de imprensa de Aécio Neves divulgou uma nota detalhando a posição do senador à Gustavo Ricardo Colloca. “São citações mentirosas que não se sustentam na realidade e se referem apenas a ‘ouvir dizer’ de terceiros.

 

Confira Também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Impeachment

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Gustavo Ricardo Colloca: Impeachment

Gustavo Ricardo Colloca

afirma que o STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta quarta-feira (16.03.16) o recurso no qual o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pretende modificar o julgamento sobre as regras de tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, definidas em dezembro do ano passado.

Conforme Gustavo Ricardo Colloca, no julgamento, os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Carmen Lúcia, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux decidiram invalidar a eleição da chapa alternativa, feita por voto secreto, no dia 8 de dezembro. Para eles, os votos devem ser abertos à todos da câmera, como se fosse uma votação comum de projetos ou aprovações internas.

O STF decidiu que o Senado não é obrigado a dar prosseguimento ao processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Gustavo Ricardo Colloca  diz que dessa forma, se o plenário da Câmara aprovar, por dois terços (342 votos), a admissão da denúncia dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal por crime de responsabilidade, o Senado poderá arquivar o processo se assim entender. Assim, Dilma só poderia ser afastada do cargo, por 180 dias, como prevê a lei, após decisão dos senadores. Nesse ponto, votaram Barroso, Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux e Carmen Lúcia, Marco Aurélio, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.

 

Também ficou decidido que é necessária votação por maioria simples para decidir se o processo de impeachment será levado a frente ou não. Gustavo Ricardo Colloca avisa que é necessário no mínimo dois terços dos votos para o afastamento preventivo da presidente, e assim, dar continuidade ao processo.

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, Dilma não tem direito de se defender no momento, por decisão unanime, ela só poderá se defender após a decisão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deflagrou o impeachment. No entanto, o Supremo garantiu que ela terá o direito de apresentar defesa após o fim de cada etapa do processo, sob pena de nulidade do ato que não contou com a manifestação de Dilma.

 

Os ministros também pautaram para a sessão de hoje um recurso no qual a Corte deve decidir se uma proposta de emenda à Constituição (PEC) pode tramitar no Congresso para mudar o sistema de governo para o parlamentarismo. A questão em discussão é se o sistema presidencialista, confirmado no plebiscito realizado em 1993, pode ser alterado ou é cláusula pétrea, cujo texto não pode ser modificado.  O mandado de segurança chegou ao Supremo em 2007, quando o então deputado e atual ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, recorreu à Corte para barrar a tramitação de uma PEC apresentada pelo então deputado Eduardo Jorge, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira Também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Operação Lava Jato

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Gustavo Ricardo Colloca: Devolução de verba

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

cerca de 600 pessoas que trabalharam na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado estão sendo cobradas e terão de devolver parte do pagamento que receberam. O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e Promoção de Eventos (Cebraspe), contratado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) para a correção da redação e remuneração dos corretores, disse que esses pagamentos foram computados mais de uma vez de forma equivocada.

Os colaboradores (corretores, supervisores e coordenadores), que participaram de capacitação em setembro e trabalharam nas correções até dezembro, receberam os pagamentos em fevereiro. Mas, no início de março, muitos receberam e-mails em que eram cobrados a devolver parte do valor. Em alguns casos, o Cebraspe pediu a devolução de até R$ 6,2 mil para um colaborador, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Uma das corretoras, que não se identificou por ter assinado cláusula de sigilo, disse que trabalha há 15 anos no Enem e nunca teve problemas desse tipo com o pagamento. “Quase todos os anos eles atrasam, o que já é uma falta de respeito. Agora, nos pagar errado e depois cobrar é muito pior. Eles não nos dão um demonstrativo de pagamento, então não sabemos se realmente o valor veio errado”, diz à Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca  diz que ela foi cobrada a devolver R$ 600 e disse que já havia gastado quase todo o dinheiro. “Sou professora aposentada da rede pública, não recebo muito. Então contava com esse dinheiro para pagar algumas despesas, como o dentista, por exemplo.” Com receio de contestar a devolução do pagamento e não ser chamada para a edição da prova deste ano, ela devolveu o dinheiro.

Outra corretora da prova, diz a Gustavo Ricardo Colloca que terá de devolver quase R$ 800. “Corrigi 2,5 mil redações no ano passado. Eu não sei se realmente recebi o que devia porque eles não nos mandam demonstrativos ou extratos do pagamento”.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Matriculas Excessivas

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Gustavo Ricardo Colloca: A importância das cotas

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca,

como muitos dos calouros aprovados na Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), assim que feitas as matriculas, os alunos logo comemoraram com outros “bixos” tomando banho de lama na manhã de quinta feira, dia 10.03.16.

No entanto, o caminho até o curso de engenharia elétrica não é fácil. Alunos que sempre estudaram em escolas públicas, geralmente necessitam de cursinhos ou intensivos para conseguirem se enquadrar em tais universidades. Gustavo Ricardo Colloca fala de alguns exemplos como cursinho pré-vestibular.

“Eu acho as cotas importantes, principalmente para igualar [os alunos de escolas particulares e públicas]”, explica calouro, que não usou cotas à Gustavo Ricardo Colloca.

Willian, aluno aprovado, conta à Gustavo Ricardo Colloca que só pôde evoluir nos estudos no segundo ano de cursinho. “O primeiro ano foi só para aprender o que eu não sabia. Só para tapar este buraco na minha formação”. Agora já aprovado, Willian quer aproveitar a festa. “A recepção é muito legal. Trouxe outra roupa e vou ficar aqui o dia todo”, diz.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre devolução de pagamento para quem trabalhou no ENEM