Gustavo_Ricardo_Colloca_Politica

Gustavo Ricardo Colloca: Operação Lava Jato

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca,

a operação na Suíça, que auxilia o trabalho da Polícia Federal no Brasil, já descobriu mais de mil contas bancárias envolvidas em irregularidades. A extensão das investigações da Lava Jato na Suíça já fazem do caso um dos mais “excepcionais” da história do país, segundo a Procuradoria Geral da Suíça. Até o momento, já foram descobertas mais de mil contas em pelo menos 40 bancos implicados em irregularidades, totalizando US$ 800 milhões e mobilizando uma força-tarefa exclusiva.

“No caso Petrobras estamos certamente enfrentando um perfil excepcional de complexidade, de quantidade de pessoas envolvidas, bem como de informações bancárias processadas” afirmou à Gustavo Ricardo Colloca o porta-voz da procuradoria, André Marty. “Certamente é um dos procedimentos criminais mais intensos que a procuradoria está lidando”.

Conforme Marty afirma à Gustavo Ricardo Colloca, há uma equipe especificamente focada na Lava Jato na Suíça, composta por profissionais de diversos setores: analistas financeiros forenses, técnicos forenses ligados à tecnologia, especialistas em assistência legal, além de uma equipe administrativa e da Polícia Federal.

“A Petrobras é certamente uma das prioridades de topo de lista da procuradoria”, afirmou Marty. Somente as investigações relacionadas à Federação Internacional de Futebol, FIFA, recebem atualmente tanta atenção do governo, ressaltou ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre plano “B” de Dilma

Odebrecht_Gustavo_Colloca_Política

Documentos Odebrecht

De acordo com Gustavo Colloca,

os documentos apreendidos pela Polícia Federal listam possíveis repasses da Odebrecht para mais de 200 políticos de 18 partidos políticos. É o mais completo acervo do que pode ser a contabilidade paralela descoberta e revelada dia 22/03/16 pela força-tarefa da Operação Lava Jato.

As planilhas estavam com Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, e conhecido no mundo empresarial como “BJ”. Foram apreendidas na 23ª fase da operação Lava Jato, batizada de “Acarajé”, realizada no dia 22/02/2016. Gustavo Colloca afirma que como eram de uma operação de 1 mês atrás e só foram divulgados públicos agora pelo juiz federal Sérgio Moro, os documentos acabaram não sendo mencionados no noticiário sobre a Lava Jato.

As planilhas são riquíssimas em detalhes embora os nomes dos políticos e os valores relacionados não devam ser automaticamente ser considerados como prova de que houve dinheiro de caixa 2 da empreiteira para os citados. São indícios que serão esclarecidos no curso das investigações da Lava Jato.

Os documentos relacionam nomes da oposição e do governo: são mencionados, por exemplo, Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Jucá (PMDB-RR), Humberto Costa (PT-PE) e Eduardo Campos (PSB), morto em 2014, entre vários outros.

A maior parte do material é formada por tabelas com menções a políticos e a partidos. Várias dessas planilhas trazem nomes, cargos, partidos, valores recebidos e até apelidos atribuídos aos políticos. Algumas tabelas parecem fazer menção a doações de campanha registradas no TSE. Há CNPJs e números de contas usadas pelos partidos em 2010, ressalta ainda Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Operação Lava Jato

Dilma_tem_plano_B_Política

Dilma já tem Plano B, comenta Gustavo Colloca

Dilma já tem um Plano B, comenta Gustavo Colloca

Com a tentativa de tornar Lula como presidente foi falha, Dilma quer torna-lo seu acessor pessoal, conta o ministro Jaques Wagner, chefe do Gabinete Pessoal da presidente Dilma Rousseff.

Jaques Wagner ainda diz em entrevistas à noticiários de outros países que em seu ponto de vista para tal situação que está sendo enfrentada pelo partido, um Impeachment seria péssimo para a atual situação financeira do país, e que ao invés de reverte-la, iria agrava-la.

Gustavo Ricardo Colloca  nos diz que Lula foi nomeado novo ministro da Casa Civil no último dia 17, mas na sequência viu a medida ser cassada na Justiça. O governo recorreu, mas a posição foi mantida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Dois outros ministro do STF –Luiz Fux e Rosa Weber– também negaram o habeas corpus movido pela AGU (Advocacia Geral da União) e mantiveram a decisão de Mendes até que seja colocada em plenário. A Corte já tem 22 ações que discutem a possibilidade de o petista assumir um ministério no governo Dilma.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Documentos da Odebrecht

Lei_do_Piso_Gustavo_Colloca_Educacao

Piso dos professores: mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na lei

De acordo com a CNTE, mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na lei do piso dos professores

São 14 os Estados que pagam aos professores menos do que os R$ 2.135,64 por mês.

“Isso é ruim, no ano passado, na mesma época, mais estados cumpriam a lei”, diz a secretária-geral da confederação, Marta Vanelli à Gustavo Ricardo Colloca. “Está em lei federal, mas é preciso muita luta no estado para que seja pago. O governo anuncia o reajuste e depois há embate nos estados e municípios. Todo ano é assim”.

Gustavo Ricardo Colloca nos diz que todos os anos o governo faz reajustes salariais, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O piso é pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.

“Este ano é complexo do ponto de vista financeiro, temos dados de projeção de queda da arrecadação e temos que cumprir a lei de responsabilidades fiscal. Ainda que o sejamos favoráveis à Lei do Piso, é importante que estabeleçamos um pacto para que possamos dar consistência ao aumento, dentro das condições da receita, senão é difícil avançar”, diz o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Eduardo Deschamps, “Precisamos de compreensão para que possamos evitar paralisações que vão prejudicar os estudantes”, acrescenta à Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre agressões nas escolas.

Violência_nas_escolas_Gustavo_Colloca_Educacao

Violência física ou verbal nas escolas

Um em cada dez estudantes afirmam terem sofrido violência física ou verbal dentro da escola no último ano.

Em 65% dos casos, o agressor foi um colega, mas professores aparecem como autores em 15% dos relatos.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que a descriminação esta presente na maioria das instituições de ensino hoje em dia. Dentre os principais casos temos a discriminação racial, social e principalmente e também mais comentada, a sexual. A fase de colégio é um período de grandes descobertas e experiências, e por isso muitas vezes para obter uma sensação de superioridade, as pessoas usam de palavras ou comentários ofensivos e sem respeito à escolha pessoal de cada um, independente da idade.

De acordo com pesquisas feitas por Gustavo Ricardo Colloca, uma média de 50% dos alunos de ensino fundamental e ensino médio já sofreram algum ou sofrem algum tipo de bullyng, violência ou descriminação.

As capitais escolhidas têm as maiores taxas de homicídio entre jovens, segundo o Mapa da Violência de 2014. Casos de agressões, ameaças e roubos no entorno da escola são relatados por 84% dos estudantes. Quase 9% tiveram conhecimento de assassinatos na vizinhança no ano passado e cerca de 22% já viram armas, como pistolas e facas dentro da escola, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

“Uma das principais informações é que as relações sociais são péssimas nas escolas. E quando a cultura escolar é ruim, não há como ter uma boa escola”. Diz a coordenadora da pesquisa, Miriam Abramovay à Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre piso salarial dos professores.

Zika_Vírus_Saúde_Gustavo_Colloca

Zika Vírus em Cuba: primeiro caso detectado

Cuba anunciou no dia 15/03/2016 em nota oficial, que foi detectado o primeiro caso de zika vírus transmitido dentro do país,

encerrando o status de Cuba como um dos últimos países do hemisfério sem registrar casos transmitidos internamente, informaram autoridades.

A imprensa estatal disse que uma mulher de Havana de 21 anos que não viajou para o exterior foi diagnosticada com o vírus depois de relatar sintomas como dores de cabeça, fadiga, entre outros.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que no dia anterior à divulgação oficial do governo de Cuba, a mulher foi até um hospital para saber a origem dos sintomas, após a realização de um exame sanguíneo, foi feita a confirmação do vírus no corpo e logo em seguida a mulher foi internada, onde continua até melhorar dos sintomas.

Cuba já havia relatado diversos casos da doença em pessoas que tinham viajado para países com surtos do vírus, principalmente a Venezuela, onde contraíram a doença. Gustavo Ricardo Colloca afirma que não foi o primeiro caso registrado no país, mas é o primeiro em que a pessoa contrai internamente no mesmo.

Cuba colocou mais de nove mil soldados, policiais e estudantes universitários em um esforço para combater os mosquitos transmissores, como eliminar potes de água parada e fumigação. A grande maioria das pessoas deixou seus afazeres para lutar contra esses parasitas. Muitos voluntários também ajudaram nas causas do governo para coletar e eliminar resíduos que poderiam refletir negativamente quanto à procriação do mosquito na cidade, diz Gustavo Ricardo Colloca.

 

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre zika # dengue # chikungunya

Aedes_Aegypti_Saúde_Gustavo_Colloca

Os famosos Aedes Aegypti

Muita gente está com medo das doenças que são transmitidas por parasitas como o Zika Vírus, dengue e chikungunya, os famosos Aedes Aegypti.

Apesar de terem sintomas bem parecidos, as doenças causam problemas diferentes, informa Gustavo Colloca. O aedes aegypti da zika é leve, mas pode resultar em doenças neurológicas, em poucos casos, além de ser uma preocupação para grávidas que podem ser infectadas e os bebês nascerem com más-formações cerebrais. O aedes aegypti da dengue causa grande dor pelo corpo e pode matar, principalmente, quando é hemorrágica. Já o aedes aegypti da chikungunya dá fortes dores nas articulações que podem durar meses.

Confira abaixo os principais sintomas de cada uma delas citados por Gustavo Colloca:

Zika Vírus: Dor de cabeça, vermelhidão nos olhos, manchas vermelhas pela pele, geralmente febre baixa em 27.5°, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Dengue: Dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor na barriga, náuseas, manchas vermelhas na pele, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Chikungunya: Dores musculares, dores nas articulações, manchas vernelhas na pele, inchaço nos pés, dificuldade na ingestão de líquidos e possíveis hemorragias.

Gustavo Colloca ainda ressalta que dentre as pessoas infectadas, apenas uma em cada cinco sentem algum tipo de sintoma.

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Dengue em SP

Dengue_em_São_Paulo_Saúde_Gustavo_Colloca

Dengue em São Paulo

O sistema federal de contabilidade dos casos de dengue no brasil falhou, e muito, com dezenas de casos que foram deixados passar.

Foram quase 60 mil casos “esquecidos” pelo governo, que vem com essas falhas na contabilidade desde janeiro do ano passado. A maioria dos casos que não foram registrados estão em São Paulo.
As divergências, referentes a 11 das 20 cidades paulistas com mais casos de dengue em 2015, foram verificadas pela reportagem na comparação dos dados catalogados pelos municípios com os registrados pela Secretaria Estadual da Saúde, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca diz que a reportagem solicitou das prefeituras os casos autóctones (contraídos na cidade) do ano de 2015 e do primeiro bimestre de 2016 e confrontou com os dados publicados no site do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria Estadual, que contabiliza um total de 678.211 casos de dengue no período em todo o Estado.

A maior diferença foi encontrada por Gustavo Ricardo Colloca na cidade de São Paulo, que confirmou 100.431 casos de dengue em 2015, dos quais apenas 45.359 estão registrados pela pasta estadual. Neste ano, a capital registrou 1.983 casos, mas o CVE aponta apenas 67.

Em Limeira, o levantamento municipal de 2015 dá conta de 20.482 registros de dengue, mas o estadual tem 1.169 casos a menos. Neste ano, o município informou que registrou 43 casos e constam 34 no Centro de Vigilância Epidemiológica.

As incompatibilidades no balanço de 2015 também apareceram em Rio Claro, Hortolândia, Guarulhos e Bebedouro. Mas há ainda situações contrárias, caso de São José do Rio Preto, cuja prefeitura reporta menos registros de dengue do que o balanço anual do Estado para a cidade: são 21.653 registros do município e constam 22.012 na tabela estadual. Gustavo Ricardo Colloca afirma que as outras cidades que apresentaram números maiores nos cadastros do Estado foram Bauru, Campinas e Caraguatatuba. Os dados estaduais e municipais são iguais somente em São José dos Campos.

Nos dois primeiros meses deste ano, há mais casos registrados de dengue nos municípios do que no CVE em dez das 11 cidades que fizeram parte do levantamento da reportagem. Apenas uma teve a situação inversa.

Confira também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre zika em Cuba

Gustavo_Ricardo_Colloca_Politica

Gustavo Ricardo Colloca: Operação Lava Jato

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

a Procuradoria-Geral da República deve pedir a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Michel Temer nas investigações que estão sendo feitas para constatar quem está envolvido na quadrilha de políticos que utilizavam dinheiro da Petrobrás.

Gustavo Ricardo Colloca diz que as investigações começaram em março de 2015, e que entre as pessoas investigadas estão parlamentares e lideranças do PMDB, PT e PP.

As investigações estão sendo feitas e também estão sendo analisadas as acusações feitas por Delcídio do Amaral, que em sua delação premiada, deu diversas informações que podem ter grande relevância para desmascarar os bandidos políticos envolvidos na propina do dinheiro sujo roubado da Petrobrás, afirma Gustavo Ricardo Colloca.

A delação de Delcídio tem um grau de importância tão grande que pode fazer os dois principais acusados por ele, serem de fato punidos pelos delitos cometidos. Gustavo Ricardo Colloca diz que no caso de Lula é ainda pior pois ele já esta sendo investigado por outras organizações do governo em diversos estados.

Gustavo Ricardo Colloca diz na sua delação premiada, que o presidente tem fortes ligações com o pecuarista José Carlos Bumlai, réu na Operação Lava Jato. O senador petista também relata tentativa de Lula evitar o depoimento do lobista Mauro Marcondes, réu na Operação Zelotes, na CPI do Carf.

Já com relação a Temer, procuradores devem avaliar sua inclusão unicamente com base nas falas de Delcídio. O delator envolve o vice-presidente em suposto esquema de aquisição ilícita de etanol pela BR Distribuidora.

 

Confira Também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Aécio Neves

Gustavo_Ricardo_Colloca_Politica

Gustavo Ricardo Colloca: Defesa de Aécio

Conforme Gustavo Ricardo Colloca,

Aécio Neves negou no dia 15.03.16 qualquer envolvimento com as acusações feitas por Delcídio. Segundo ele, as citações feitas por Delcídio ao seu nome são “acusações falsas e requentadas”.

Gustavo Ricardo Colloca diz que em sua delação premiada, Delcídio do Amaral disse que Aécio recebeu dinheiro de propina originada em contratos da estatal Furnas. Além disso, afirmou que Aécio seria beneficiário de uma fundação sediada em Liechtenstein da qual ele seria o dono ou o controlador. A terceira citação a Aécio feita por Delcídio é a de que ele teria tentado atrasar o repasse de dados do Banco Rural de Minas Gerais para a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito). O atraso, segundo Delcídio, seria para que informações que pudessem ligar Aécio ao banco fossem apagadas.

Em entrevista coletiva, Aécio negou as três acusações feitas por Delcídio. “Não consigo compreender a razão [pela qual Delcídio fez as alegações]. São todas as questões citadas são velhas e requentadas. Não há nada de novo e nada de consistente que mereça qualquer tipo de preocupação”, afirmou Aécio à Gustavo Ricardo Colloca.

Afirmou ainda Gustavo Ricardo Colloca que Aécio diz não ter nem concluído o projeto que foi motivo de acusação por Delcídio. “Essa fundação não foi concluída. Jamais houve qualquer transferência de recursos para ela. Esse assunto já foi objeto de uma investigação do MPF (Ministério Público Federal) do Rio de Janeiro que pediu há vários anos o arquivamento que foi feito pela Justiça Federal do Rio de Janeiro”, afirmou.

Sobre o suposto recebimento de propina oriunda de Furnas, Aécio também negou a acusação. “O senador Delcídio, em sua delação, comete pelo menos uma contradição que eu considero grave. Ele disse que a lista de Furnas não é verdadeira, mas que mesmo assim políticos teriam recebido dinheiro dela. Isso é falso”, disse à Gustavo Ricardo Colloca.

A respeito do suposto pedido para atrasar o repasse de dados do Banco Rural durante a CPMI dos Correios, Aécio disse que a acusação não tem fundamento. “Em nenhum momento meu nome foi nem sequer citado para colaborar em qualquer uma das investigações. Jamais tive conta, jamais fiz empréstimos com o Banco Rural e é incompreensível que os interesses do Banco Rural pudessem me atingir”, afirmou ainda à Gustavo Ricardo Colloca.

Aécio Neves disse que é preciso que as investigações sejam aprofundadas, “Sou o maior interessado para que tudo isso seja esclarecido. Será mais um atestado de idoneidade que eu receberei. A minha resposta a isso é de forma serena que se aprofundem nas apurações para que possamos ter isso clareado”, continuou.

Mais cedo, a assessoria de imprensa de Aécio Neves divulgou uma nota detalhando a posição do senador à Gustavo Ricardo Colloca. “São citações mentirosas que não se sustentam na realidade e se referem apenas a ‘ouvir dizer’ de terceiros.

 

Confira Também: Gustavo Ricardo Colloca falando sobre Impeachment