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Gustavo Colloca: Impeachment é aprovado no Senado

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é aprovado na câmara dos deputados nesse domingo 17/04/16. Foi por volta da meia noite, 23h47 pra ser mais exato, quanto o último voto foi computado dando continuidade então ao processo de afastamento da presidente Dilma Roussef do seu cargo de Presidente da República do Brasil.

Dentre os 367 votos a favor e os 137 contra a abertura do processo de Impeachment, houveram sete abstenções do voto, e era possível notar a discordância entre o pensamento do político e o pensamento do partido para essas pessoas. De quinhentos e treze deputados tivemos apenas duas faltas, no meio de tanta manifestação dos políticos dentro da câmara um deles passou mal, tendo assim seu voto adiantada para poder se retirar do recinto. A sessão durou uma média de nove horas e a votação cerca de seis horas.

Pouco depois do relógio ter pontuado as 23hrs, o voto de um dos deputados que mais critica o governo Petista foi o que completou a quantidade necessária para abertura do processo de Impeachment. Bruno Araújo do PSDB-PE, foi quem segundo ele mesmo teve a “honra” de dar o voto decisivo seguido por muita comemoração. Assim que pronunciou o seu “sim”, houve grande festa dentro do plenário, a grande maioria comemorava a abertura do processo de impeachment, enquanto a minoria a favor de Dilma, acusava injustiças e acusações “falsas” contra a presidente.

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Gustavo Colloca: PMDB apoia Impeachment

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de Dilma Roussef é apoiado em quase 100% pela  pela banca de deputados federais do PMDB. A votação foi feita apenas para se obter uma base de prós ou contra. Tudo foi feito sobre sigilo de dados, então não sabemos quem votou a favor ou contra, além disso a banca do PMDB tem 67 cadeiras, sendo de grande influência dentro do Senado.

O governo almejava obter até 20 votos da bancada em relação ao Impeachment, entre eles o do ministro da saúde Marcelo Castro, o da ciência e tecnologia Celso Pansera e da aviação civil com Mauro Lopes, que voltaram a assumir o cargo de deputados no dia 14/04. No próprio dia 15/04 ja notou-se que não seriam alcançados nem 10 votos. Também contra o Impeachment de Dilma, o carioca e líder da bancada Leonardo Picciani, afirmou à Gustavo Ricardo Colloca que irá respeitar a decisão da maioria e que irá orientar o voto contra a petista na sessão do dia 17/04.

Apesar da repercussão do Impeachment, a reunião feita na manhã do dia 14/04 não teve manifestações a favor do PT. O PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer, rompeu com o PT de Dilma há algumas semanas, mas os ministros decidiram permanecer no cargo. Outros partidos governistas, como PP e PSD também manifestaram, por maioria de votos, apoiando o afastamento da presidente.