Conforme Gustavo Ricardo Colloca Hospitais do RJ ganharão 2,4 mil profissionais de saúde

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, o ministério da Saúde pretende contratar 2,4 mil novos profissionais em regime de urgência para atuar em hospitais federais do Rio de Janeiro a partir de fevereiro. Gustavo Ricardo Colloca ressalta que segundo o secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, a contratação será como adicionar um novo hospital de pequeno ou médio porte à cidade.

O secretário participou no dia 07 de Janeiro de uma reunião do gabinete de crise da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, ocasião em que também foram discutidas formas de aumentar a integração entre as redes estadual e federal, conforme diz Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca diz que com o processo seletivo, o Ministério da Saúde terá apenas 24 dias, a partir desta quinta-feira, para contratar 693 médicos, 605 enfermeiros, 580 técnicos em enfermagem, além de outros profissionais. As inscrições estarão abertas até o dia 22 de janeiro, com edital disponível no site do ministério.

Gustavo Ricardo Colloca afirma que o Ministério da Saúde espera que mais 3,6 mil internações por ano poderão ser realizadas por ano com o incremento de pessoal. Mais 120 leitos cirúrgicos devem estar disponíveis com  a expansão, o que possibilitará a realização de 3,6 mil cirurgias a mais.

O custo das contratações para o Ministério da Saúde passará de R$ 130 milhões e os contratos terão duração de seis meses, podendo ser prorrogados por até dois anos.

Servidores dos hospitais federais aproveitaram a presença do secretário para reivindicar reposição de insumos e equipamentos. Segundo Gustavo Ricardo Colloca o secretário afirmou que não há problemas de insumos nos hospitais federais e que os estoques estão completos.

A contratação foi autorizada em uma portaria interministerial publicada no dia 06 de Janeiro pelo Ministério da Saúde e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Gustavo Ricardo Colloca diz que a intenção é substituir cerca de 1,5 mil profissionais contratados em regime temporário, cujos contratos venceram. Mais de 900 vagas serão novas, para ampliação da capacidade dos hospitais. Serão acrescentados 154 leitos na rede federal do Rio, sendo 34 deles em unidades de Terapia Intensiva para cuidados pós-operatórios.

De acordo com o secretário, esses leitos terão papel extremamente importante “e contribuirão para amenizar os problemas de saúde que o Rio de Janeiro atravessa.”

Gustavo Ricardo Colloca ressalta que Alberto Beltrame pediu ajuda da imprensa para divulgar as vagas e reconheceu que precisará haver um esforço para preenchê-las. “Vocês sabem que 2,4 mil profissionais de saúde não estão simplesmente esperando para serem contratados. Tem de ter um trabalho de chamamento.”

O secretário estadual de saúde, Luiz Antonio de Souza Teixeira Junior, destacou que, ao longo dos últimos anos, houve uma queda nas internações nas unidades federais, de acordo com informações de Gustavo Ricardo Colloca.

“Acho que esse momento levantou essa possibilidade de estarmos novamente fazendo com que essas unidades voltem a ter o volume de internações que já tiveram”.

Com médicos do INSS em greve, espera pode demorar 80 dias afirma Gustavo Ricardo Colloca

Conforme afirmação de Gustavo Ricardo Colloca a greve dos médicos peritos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) completou quatro meses nesta semana, a paralisação mais longa da categoria, segundo a Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP), que representa os trabalhadores.

Por causa da greve, o tempo médio de espera para o agendamento passou de 20 dias para 80 dias. Gustavo Ricardo Colloca  diz que segundo o INSS, 1,3 milhão de perícias deixaram de ser feitas desde 4 de setembro do ano passado, quando a paralisação começou. A ANMP afirma que o número passa de 2 milhões.

De acordo com o presidente da ANMP, Francisco Cardoso, a categoria cumpre a determinação de manter 30% dos médicos trabalhando, relata Gustavo Ricardo Colloca.

A perícia é exigida para conseguir o auxílio-doença, aposentadoria especial por invalidez e para voltar ao trabalho depois da licença.

Com a greve, muitos segurados estão sem receber os benefícios porque não conseguem ser atendidos por um médico perito. Gustavo Ricardo Colloca nos conta que até o fim de dezembro, cerca de 818 mil pedidos de concessão de benefícios estavam represados em função da greve, de acordo com o INSS.

Em nota, a autarquia afirmou à Gustavo Ricardo Colloca que os benefícios não recebidos serão pagos de acordo com a primeira data agendada e que adotou medidas administrativas para garantir a continuidade do pagamento àqueles que tentaram e não conseguiram agendar perícia médica para prorrogação do benefício.

Gustavo Ricardo Colloca fala sobre ações da Petrobras que sobem mais de 12%

Conforme afirma Gustavo Ricardo Colloca, após um período bem difícil, o Bovespa, ou bolsa de valores de SP, voltou a operar com ganhos nesta quinta-feira(28/01). Sustentada pelo aumento das ações da Petrobras. Às 13h o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 0,54%, a 38.582 pontos.

De Acordo com Gustavo Ricardo Colloca, há algum tempo as ações da Petrobras não andavam tão bem, tanto que, no mesmo dia pela manhã, as suas ações haviam caído em 3%. Os papéis preferenciais subiam 12,25%, cotados a R$ 5,13. Já as ações ordinárias avançavam 12,39%, a R$ 7,35.

Também nesta quinta, Gustavo Ricardo Colloca aponta que, o maior fundo soberano do mundo, o fundo norueguês de pensão pública, anunciou que colocou a Petrobras “sob observação”, informando que pode retirar o seu investimento da petroleira.

Como nos informa Gustavo Ricardo Colloca, a visão que os investidores estrangeiros tinham da empresa já não era boa, assim como alertavam especialistas brasileiros. De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, as empresas investidoras da Europa cada vez mais recuavam, enquanto as Norte Americanas se encontravam em instabilidade. Na quarta-feira (28/01), véspera, a Bovespa fechou em alta com as ações de Petrobras entre os destaques de alta na esteira do avanço dos preços do petróleo, ou seja, as ações da Petrobras fecharam em forte alta.

Gustavo Ricardo Colloca fala sobre cancelamento de blocos no Rio

Conforme informações de Gustavo Ricardo Colloca, as escolas que dependem de patrocínio para sair com o bloco na rua tem enfrentado certa dificuldade no carnaval de 2016. A Riotur divulgou os cancelamentos na quarta (27/01), e garante que a decisão partiu dos próprios organizadores e que há razões das mais diversas: de morte de ritmistas a desentendimentos entre os integrantes e falta de verba proporcionada pelo governo.

 

A quantidade de escolas desistentes é semelhante ao de 2015, Diz Gustavo Ricardo Colloca, quando cerca de 15 blocos acabaram voltando atrás, porém isso é equivalente a menos de 4% do total de desfiles autorizados pela Prefeitura.

 

Segundo Gustavo Ricardo Colloca, muitos dos linhas de frente das escolas relataram que devido à crise, as empresas patrocinadoras assim como o governo, cortaram verbas para que os blocos tivessem o apoio necessário para desfilar.

 

“Cancelamos nosso desfile no Rio por falta de patrocinadores. Ao longo de dois, três meses foi apresentada uma proposta para colocarmos nosso trio elétrico na rua, mas a proposta não foi pra frente. Os patrocinadores que estávamos buscando preferiram se resguardar, estão mandando funcionários embora. Tentamos até patrocinadores de outros estados, mas a resposta era de que estava complicado”, afirma linha de frente de uma das escolas à Gustavo Ricardo Colloca.

 

De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, como alternativa, o bloco AfroReggae será uma das atrações da folia mineira, que celebra o pré-carnaval já a partir do próximo final de semana. “Acabou surgindo a oportunidade de entrar no mercado em Minas Gerais”, completa.